Quarta-feira, 11 de Março de 2009

A especificidade do clima português

 

A importância da água: a água é um recurso natural, renovável, escasso e imprescindível à vida. Como recurso natural, a agua é utilizada pelo Homem, de modo mais ou menos intenso, em quase todas as suas actividades:
·         Na agricultura (rega e pecuária)
·         Na indústria (matéria-prima, lavagens, sistemas de arrefecimento…)
·         No abastecimento doméstico e público
·         Na produção de energia.
Para alem destas utilizações, onde, na maior parte dos casos, é usada como meio de produção, a água pode ainda ser utilizada como meio de transporte de bens e pessoas(navegação), como meio diluído e de escoamento de cargas poluentes e, ainda, numa grande variedade de actividades de recreio e lazer.

publicado por sara_leao às 21:48
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Capitulo 3 _ Recursos Hídricos

 

Este capítulo está dividido em três grandes temas. São eles a especificidade do clima português; as disponibilidades hídricas e a gestão dos recursos hídricos.
 
Recursos hídricos: bens referentes à água.

publicado por sara_leao às 21:48
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sintese final da unidade

 

·         O sol constitui a principal fonte de energia do nosso planeta. Sem ele a Terra seria um mundo sem vida.
·         A radiação solar é emitida sob a forma de radiação electromagnéticas, com diferentes comprimentos de onda e, no seu conjunto, constitui o espectro solar.
·         Da totalidade da radiação emitida pelo sol, apenas uma pequena parte chega ao limite superior da atmosfera e dessa parte só cerca de 48% alcança a superfície da Terra.
·         Os fenómenos que conduzem às perdas as da radiação solar ao longo da atmosfera são a absorção, reflexão e difusão.
·         A energia recebida à superfície é igual à energia devolvida, encontrando-se a Terra em equilíbrio térmico.
·         À superfície da Terra a radiação solar distribui-se de um modo muito desigual, o que faz com que os lugares apresentem saldos energéticos diferenciados. À nossa latitude o saldo è praticamente nulo, pois verifica-se um relativo equilíbrio entre a radiação adquirida e a radiação perdida.
·         Os factores responsáveis pela variação da radiação solar à superfície são a forma esférica da Terra, a inclinação do seu eixo e os movimentos de rotação e translação.
·         No nosso país a radiação solar apresenta uma variabilidade anual e espacial significativa. Os valores são mais altos no verão e mais baixos no Inverno e aumentam de Norte para Sul e do litoral para o interior.
·         Os factores que explicam esta diferenciação espacial são essencialmente a latitude e a proximidade do Oceano Atlântico. Contudo, devemos ainda considerar outros factores locais como a altitude e a exposição das vertentes.
·         O comportamento da radiação provoca também uma considerável variação anual e espacial da temperatura, sendo esta última explicada por factores como a latitude, o relevo e a Continentalidade.
·         Portugal apresenta uma situação invejável a nível europeu, relativamente à possibilidade de aproveitamento da energia solar, no entanto, ainda não conseguiu responder ao desafio de aproveitar o sol para fins energéticos.

 


publicado por sara_leao às 21:43
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O turismo

 

·        O sector do é um dos mais importantes da economia portuguesa.
·        O aumento do número de turistas e a importância estratégica deste sector, traduzida nas receitas que proporciona, na mão-de-obra que ocupa e nos efeitos multiplicadores que induz em várias áreas, tem levado os agentes económicos, perante a concorrência internacional, a adoptar um conjunto de medidas dinamizadoras, especialmente no âmbito da oferta.
·         O turismo é um factor - chave de atracção de Portugal como destino turístico, o agradável clima português e a beleza da sua costa marítima de 1792 metros.
·         O sector do turismo em Portugal encontra-se excessivamente dependente do mercado “férias”, associado ao sol, mar e praia, dado este segmento representar cerca de 90% das motivações dos visitantes que se deslocam ao nosso país.
·         A sazonalidade deste mercado tem igualmente conduzido a que a indústria que se desenvolver no nosso país, associada ao sector do turismo, seja igualmente bastante sazonal. Esta característica coloca grandes problemas na manutenção da mão-de-obra que, em muitos casos, acaba por ser contratada apenas na época alta.
·         Em termos de modelo de desenvolvimento do sector, o turismo balnear constitui, sem dúvida, o segmento mais representativo.
·         As principais regiões turísticas de Portugal são o Algarve, Lisboa e Madeira.

publicado por sara_leao às 21:42
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Segunda-feira, 9 de Março de 2009

A valorização da radiação solar

 

Energia solar – energia proveniente da captação e da transformação da radiação solar.
 
·        Portugal é , a nível europeu, um dos países com maior número de horas de sol por ano, pelo que seria natural que fossemos também um dos maiores produtores/consumidores de energia solar. No entanto, o nosso país faz ainda um aproveitamento muito reduzido desta fonte de energia.
·        Aproveitar a radiação solar significa utiliza-la directamente para uma determinada função, ou seja, aquecer um fluido (sistemas solares térmicos), promover a sua utilização em edifícios (sistemas solares passivos) ou produzir energia eléctrica ( sistemas fotovoltaicos).

publicado por sara_leao às 19:53
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Factores de variação da temperatura

 

·         A desigual distribuição espacial da temperatura no território continental, visível nos mapas de isotérmicas reais, revela a influência de um conjunto de factores, alguns dos quais com acção apenas local. Dos mais importantes destacam-se : a latitude, o relevo e a Continentalidade.
·         A topografia influi de forma decisiva nesta distribuição, facilitando ou dificultando a progressão das massas de ar. A disposição das massas montanhosas afecta de forma diferenciada a variação da temperatura, introduzindo uma grande variabilidade de situações em todo o continente, especialmente nas áreas de relevo mais acidentado.
·         Quanto à Continentalidade resulta da progressiva diminuição da acção moderadora do oceano. Nesta vasta massa líquida, a inércia térmica é grande, ou seja, demora muito tempo a aquecer, mas perde também a energia acumulada de forma gradual. Assim, todos os locais que se situam perto do mar beneficiam desta regulação da temperatura, aquecendo e arrefecendo lentamente.
·         Em Portugal, esta acção moderadora é reforçada pelo fluxo de ventos dominantes. A esta latitude a circulação atmosférica faz-se predominantemente de oeste para este, pelo que as regiões litorais estão mais vezes sob a influência dos ventos frescos e húmidos de origem oceânica.  

publicado por sara_leao às 19:52
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Distribuição da temperatura no território nacional

 

·         Em Janeiro, podemos observar que a densidade das isotérmicas reduzidas ao nível do mar é menor, o que revela uma menor amplitude da variação térmica  no território continental. As temperaturas são relativamente baixas e aumentam principalmente de nordeste para sudoeste. Os valores mais baixos registam-se no nordeste transmontano e os mais elevados ocorrem nalgumas áreas da costa alentejana e do litoral algarvio.
·         Esta distribuição das isotérmicas de Janeiro revela a acção conjugada de dois factores – a latitude e a Continentalidade. A latitude explica o gradiente Norte – Sul, enquanto a Continentalidade se manifesta pelo gradiente oeste - este.
·         Em Julho , pelo contrário, as temperaturas atingem valores relativamente elevados e aumentam principalmente de oeste para este , revelando uma influência clara do maior ou menor afastamento do oceano. Os valores mais elevados são agora registados em toda a faixa interior, que não beneficia da acção moderadora das aguas oceânicas, enquanto os valores mais baixos se registam numa estreita faixa litoral.
·         A disposição das isotérmicas de Julho demonstra uma influencia do maré, portanto, da Continentalidade, na distribuição dos valores mínimos e máximos da temperatura do ar.
 
 
Linhas isotérmicas: representam valores com o mesmo valor da temperatura média.
Isotérmicas reais: linhas que unem pontos com a mesma temperatura.

publicado por sara_leao às 19:50
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Distribuição espacial da radiação solar

 

·         Em termos de diferenciação espacial os valores mais baixos de radiação ocorrem na parte noroeste do território.
·         Os valores mais elevados verificam-se no sudeste e no sul do país.
·         A radiação solar no nosso país aumenta portanto de Norte para Sul e do litoral para o interior.
·         Os factores que, no geral, explicam esta diferenciação espacial da radiação solar são a latitude e a proximidade do Oceano Atlântico. Depois, à escala regional ou local, há ainda a considerar os factores topográficos, principalmente a altitude e a exposição geográfica das vertentes.
·         A insolação média anual apresenta sensivelmente a mesma distribuição regional da radiação solar. Cresce de Norte para Sul e de Oeste para Leste.
·         Os valores mais baixos de insolação pertencem às montanhas minhotas.
·         Os valores mais elevados são registados no Alentejo interior e no Algarve.
·          A influência da altitude deve-se essencialmente ao facto de esta provocar um aumento da nebulosidade e, portanto, uma diminuição da insolação.
 

 

Vertente soalheira: vertente directamente exposta aos raios solares.
Vertente sombria: vertente que apenas recebe pouca radiação solar, a maior parte das vezes de forma indirecta.

publicado por sara_leao às 19:44
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Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2009

Factores justificativos da variação da temperatura

 

 
 
·         Movimento de rotação: movimento giratório da Terra em torno do seu eixo, durante cerca de 24 horas, dando origem à noite e ao dia, em função da face que se encontra iluminada pelo Sol, ou seja, na face iluminada é dia e na face obscura é noite.
 
·         Movimento de translação: movimento elíptico da Terra em torno do Sol, durante 365 dias e 6 horas, dando origem às estações do ano, que são distintas consoante o hemisfério em que nos encontremos.
 
·         Latitude: a temperatura varia em função da latitude, pois verifica-se que à medida que a latitude aumenta a temperatura diminui, visto que devido à forma esférica da Terra, ligeiramente achatados nos pólos, os raios solares incidem com maior intensidade no Equador.
 
·         Altitude (relevo): como todos sabem que a temperatura diminui à medida que a altitude aumenta.
 
Curiosidade: Gradiente térmico vertical – por cada 1000 metros, ou seja, 1 km a temperatura diminui 0.6ºC.
 
 
·         Continentalidade ou proximidade do mar: o mar possui um efeito amenizador sobre a variação da temperatura, originando um maior equilíbrio térmico nos locais que se situam junto ao litoral.
 

publicado por sara_leao às 13:35
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Efeito de Estufa

 

O efeito de estufa é causado pelos “gases de estufa”, gases como o dióxido de carbono, o vapor de água, o metano, entre outros, que evitam que o calor solar absorvido pela superfície terrestre escape para o espaço. Isto acontece porque as radiações solares do espectro do visível atravessam a atmosfera e são absorvidas pela superfície do globo, aquecendo-a; este calor é depois reemitido para o espaço sob a forma de radiações infra-vermelhas, que são parcialmente absorvidas pelos gases de estufa, “aprisionando” esta energia calorífica. Desta forma, a temperatura do planeta é mantida dentro de uma gama de valores cerca de 30º C superior ao que seria se estes gases não existissem, o que torna possível a existência de vida no planeta (nomeadamente, impede que os rios, lagos e mares congelem).
No entanto, as actividades humanas, em especial a queima de combustíveis fósseis, tem aumentado substancialmente este efeito, levando a um aquecimento global do globo terrestre. O principal poluente automóvel que contribui para o efeito de estufa é o dióxido de carbono.

Este efeito, além de provocar a longo prazo efeitos ainda não muito bem conhecidos em todo o planeta, altera a distribuição das doenças infecciosas como a malária, e provoca danos respiratórios.


publicado por sara_leao às 13:34
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...

 

Devido a enorme distância a que a Terra se encontra do Sol, apenas uma ínfima parte da radiação emitido por este atinge o limite superior da atmosfera. Só cerca de metade da radiação solar (48%) chega à superfície da Terra, em suma das inúmeras perdas por absorção, reflexão e difusão, que se vão verificando ao longo de toda a atmosfera.
 
·         Absorção: é a radiação solar absorvida pela Terra
·         Reflexão: é a radiação solar que depois de absorvida é reflectida pela Terra (radiação terrestre), variando em função do albedo.
·         Difusão: é a radiação terrestre que não é dissipada para o espaço devido à grande concentração de gases (dióxido de carbono e metano) na estratosfera, aumentando o efeito de estufa.
O efeito de estufa é um fenómeno natural, responsável pelo equilíbrio térmico do Planeta Terra.

publicado por sara_leao às 13:33
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Algumas noções para melhor compreender este tema:

Sol – é a estrela mais conhecida que se encontra mais próximo da Terra, a cerca de 150 milhões de quilómetros de distância.

 

Atmosfera – camada gasosa que envolve a Terra a qual se mantém ligada pela força de atracção gravitacional, acompanhado - a nos seus movimentos de rotação e translação.
Albedo - relação entre a quantidade de energia solar reflectida por uma determinada superfície e a quantidade de energia solar recebida por essa mesma superfície.

publicado por sara_leao às 13:32
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Radiação Solar

 

Com o capítulo 1 terminado, vamos dar inicio ao capítulo 2 do livro “espaço português 10ºano geografia A”
Neste capítulo o tema abordado é a Radiação Solar.
No final deste capítulo vou ter neste blogue a síntese de cada este pontos:
·         Explicar o papel da atmosfera na variação da radiação solar;
·         Relacionar a variação da radiação solar com o movimento de translação;
·         Explicar as diferenças de duração e intensidade da radiação solar no território nacional;
·         Comparar o número de horas de sol descoberto em Portugal com outros países da Europa;
·         Explicar os efeitos da topografia na radiação solar;
·         Explicar a variação anual da temperatura em Portugal;
·         Reconhecer a existência de condições de insolação favoráveis ao uso da energia solar;
·         Problematizar o uso da energia solar;
·         Reconhecer a importância da duração da insolação na valorização turística no território nacional.

publicado por sara_leao às 13:30
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Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009

Minas do pejão

 

 


publicado por sara_leao às 21:19
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Domingo, 8 de Fevereiro de 2009

Síntese Final dos Recursos do Subsolo

 

·         A distribuição dos recursos minerais e a localização geográfica das áreas onde é feita a sua exploração está directamente relacionada com a estrutura geomorfologica do território nacional.
 
·         Portugal é um país relativamente rico no que diz respeito à quantidade e diversidade de recursos minerais, nomeadamente de rochas industriais e ornamentais e de águas minerais e de nascente.
 
·         Embora pouco desenvolvida, a indústria extractiva pode, em termos regionais e nas áreas mais deprimidas, desempenhar um papel relevante na criação de riqueza e na oferta de emprego.
 
·         Portugal é pobre em recursos energéticos, não possuindo explorações de petróleo nem de gás natural e as jazidas de carvão são de pequena importância e de fraca qualidade.
 
·         Portugal tem assistido, à medida que se aproxima dos indicadores económicos e sociais dos restantes países europeus, a um aumento contínuo do consumo da energia final.
 
·         Nos últimos anos o nosso país tem feito um esforço para diminuir a dependência do exterior quanto aos recursos energéticos e, simultaneamente, para diversificar as fontes e os países fornecedores.
 
·         O nosso país continua, no entanto, a apresentar uma das mais elevadas dependências do petróleo no consumo de energia primária (cerca de 60%).
 
·         A excessiva dependência do petróleo contribui para o reforço da tendência de litoralização do território nacional. Em termos globais a industria e os transportes são os sectores que mais contribuem para o consumo final de energia.
 
·         A fraca viabilidade económica das nossas explorações dos recursos do subsolo resulta das fracas acessibilidades, dos custos de exploração e dos baixos teores dos minérios.
 
·         A indústria extractiva tem sobre o ambiente várias consequências negativas: contaminação dos solos e das águas, degradação das paisagens e poluição atmosférica.
 
·         O consumo dos recursos energéticos produz graves impactes a nível da poluição atmosférica, mais visíveis nas áreas de maior densidade populacional.
 
·         Importa valorizar e potencializar a exploração dos recursos endógenos, alguns apenas parcialmente conhecidos e explorados.
 
 

publicado por sara_leao às 16:40
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Sábado, 7 de Fevereiro de 2009

Crescimento económico associado ao sector das aguas minerais, de nascente e termais

 

Nos últimos anos, a produção e venda de águas minerais, de nascente e termais tem tido um aumento significativo.
O aumento das águas de nascente, ou seja, as engarrafadas resulta sobretudo do aumento do consumo, motivado principalmente pela melhoria do nível de vida das pessoas e pela maior exigência dos consumidores, em relação à natureza e qualidade da água.
No que diz respeito às águas termais, o aumento deve-se pois cada vez mais os portugueses passam férias em termas.
Se as unidades termais forem devidamente promovidos e dotados de serviços de saúde apropriados, podem vir a construir um elemento de atracção importante, ajudando ainda a reduzir a sazonalidade e a excessiva concentração turística.
Se a potencialização das águas termais, enquanto recurso endógeno (interno) a ser devidamente aproveitado para a actividade turística, pode levar a construir-se como factor de dinamização de muitas regiões do nosso país.
 
 

publicado por sara_leao às 16:20
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Principais áreas de exportação das rochas (industriais e ornamentais) justificando o florescimento da exploração das rochas ornamentais.

 

As principais áreas de exploração das rochas industriais são: o Algarve, Viana de castelo, Aveiro, Leiria, Lisboa, Santarém, faro e principalmente em todo o litoral e as principais áreas de exploração das rochas ornamentais são no centro e no sul do nosso país.
O sector das rochas ornamentais apresenta grande possibilidade de crescimento, pois a sua procura interna e sobretudo ao nível externo tem vindo a aumentar. Tal facto fica a dever-se à competitividade das empresas, bem como à qualidade e inovação associados a esta área. Apesar desta matéria-prima na fonte apresentar preços baixos, junto ao consumidor final verifica-se um acréscimo significativo, decorrente às estratégias de marketing (catálogos), que divulgam enumeras utilizações para este produto, apostando sobretudo na área de decoração.

publicado por sara_leao às 16:18
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Recursos minerais metálicos e as suas diferenças da viabilidade económica subjacente à sua exportação

 

Os minerais metálicos com maior importância no nosso país são: o cobre, o estanho, o ferro, o volfrâmio, o ouro e a prata.
O cobre é o recurso mineral com maior produção, este é utilizado nas indústrias eléctricas e tem uma viabilidade económica elevada
O estanho é utilizado na indústria siderúrgica e na construção civil e tem uma viabilidade económica elevada.
O ferro é o recurso mineral com maior importância a nível mundial, este é utilizado na indústria siderúrgica e tem uma viabilidade económica média.
O volfrâmio é utilizado na indústria siderúrgica eléctrica (filamentos das lâmpadas eléctricas) e tem uma viabilidade económica média e elevada.
O ouro e a prata são utilizados nas ourivesarias e tem uma viabilidade económica reduzida.

publicado por sara_leao às 16:17
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Importância da indústria extractiva para a economia portuguesa

 

Portugal é um pais relativamente rico, no que diz respeito à quantidade e diversidade de recursos minerais.
Contudo, a nossa indústria extractiva encontra-se ainda pouco desenvolvida e tem uma importância pouco significativa na economia nacional.
Os minerais não metálicos estão a ganhar algum significado e a partir de 2004, a evolução da indústria extractiva, foi globalmente positiva. São os minerais metálicos que mais justificam o aumento da produção da indústria extractiva.
Com o aumento da produção da indústria extractiva, houve uma inversão relativamente à importação e exportação.
Inicialmente (2001-2004), a importação apresentava valores mais elevados, mas em 2005 foi a exportação quem começou a tomar maior importância.
Isto aconteceu, pois como os recursos minerais aumentaram, existiam em quantidade suficiente para vender;
·         Existiam compradores interessados em adquirir os recursos
·         Preços competitivos, que são estabelecidos no mercado bolsista internacional
Desta forma, os nacionais deixaram de explorar só para consumo próprio, levando a um aumento da exportação.

publicado por sara_leao às 16:15
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Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009

...

 

Portugal é uns pais pobre em recursos energéticos. Não temos explorações de petróleo, de gás natural… Mas no que diz respeito ao panorama nacional relativamente ás energias não renováveis é desanimador já o mesmo não podemos dizer em relação as fontes energéticas renováveis.
No entanto aproveitar os recursos energéticos existentes em Portugal implicaria custos (milhões de euros) dinheiro esse que só ia dar os seus frutos a médio prazo, ou seja, só daqui a alguns anos. Portugal tem os “cofres vazios”, ou seja, não iria ter dinheiro para comprar os outros recursos enquanto não temos o resultado do investimento feito nas energias renováveis.
As nossas energias renováveis são assim fundamentais, para Portugal combater o défice, pois assim não precisaria de comprar energias aos outros países.

publicado por sara_leao às 18:03
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Domingo, 1 de Fevereiro de 2009

Impactes ambientais e socioeconomicos decorrentes da indústria extractiva

 

A indústria extractiva tem uma série de consequências negativas para o ambiente principalmente nas zonas perto de minas em exploração.
A contaminação dos solos e da água (superficiais e subterrâneas), a degradação da paisagem e a poluição atmosférica e sonora.
A contaminação dos solos e da água nota-se mais frequentemente no caso das minas metálicas, se os resíduos da exploração não forem bem tratados, podem dar origem a produtos químicos, tóxicos e radioactivos e acabarem por contaminar os solos, águas.
A degradação da paisagem acontece quando a formação de escombreiras, em consequência da acumulação de detritos produzidos pela extracção mineira, mas sobretudo quando se verificam explorações a céu aberto como é na maior parte dos casos com as pedreiras. Estas provocam muitas vezes a destruição de áreas florestais e agrícolas e até ao desaparecimento de montanhas, montanhas essas que acabam por transformar-se em autenticas crateras cheias de lixo e de agua estagnada, que obrigatoriamente se tornam em problemas ao nível da segurança e saúde pública.
A poluição atmosférica e sonora resultam do movimento de maquinas e dos constantes rebentamentos de cargas explosivas que para além do barulho que produzem, contaminam também o ar por grandes quantidades de partículas e poeiras.
Para a economia nacional a indústria extractiva é importante, pois cria novos empregos, novos serviços logo tem impactos positivos economicamente naquela região.
Para a economia nacional a indústria extractiva é importante pois representa mais produto e mais produto significa mais dinheiro.
 

publicado por sara_leao às 09:01
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Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009

Recursos do Subsolo

 

Os recursos minerais são concentrações de minérios formados na crosta terrestre e são recursos que não são renováveis.
Estes recursos estão distribuídos por áreas a qual o nome que se dá é de unidades geomorfológicas.
 
-Os recursos minerais estão divididos por muitos tipos, mas principalmente por dois tipos que são eles:
- Os minerais metálicos são aqueles que cujo na sua constituição se encontram substâncias metálicas. Ex cobre, estanho, ferro e o volfrâmio.
- Os minerais não metálicos aqueles que são formados por substâncias não metálicos. Tem exemplos como o sal-gema, o quartzo e o caulino.
 

publicado por sara_leao às 19:07
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A indústria extractiva

 

A indústria extractiva é a actividade económica que corresponde à exploração de recursos directamente da Natureza, ou seja, no seu estado bruto. Portugal é um dos países relativamente rico no que diz respeito à quantidade e diversidade de recursos minerais, nomeadamente de rochas industriais e ornamentais e de águas minerais e de nascente. A indústria extractiva está ainda pouco desenvolvida, tem uma importância pouco significativa na economia nacional.

publicado por sara_leao às 18:55
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Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2009

Unidades geomorfológicas e a Litologia de Portugal Continental

 

Podemos encontrar em Portugal continental três grandes unidades
geomorfológicas, o Maciço Antigo, que ocupa 70% do território nacional,
as Orlas Sedimentares e as Bacias Sedimentares do Tejo e do Sado.
O Maciço Antigo, como o nome indica é a unidade mais antiga, estende-se
desde do Norte ao interior centro e até ao sul, sendo constituído
essencialmente por granitos (localizados a Norte do país) e xistos,
encontrando-se estes, em maior destaque no sul, apesar de estar distribuído
por toda a área de Maciço Antigo.
Existem algumas pequenas áreas onde predominam, as areias e argilas,
localizadas no interior, já muito perto da fronteira com Espanha.
No Sul do país, nomeadamente o litoral algarvio e o litoral centro desde a
Grande Lisboa até ao Baixo Vouga estão localizadas as Orlas Sedimentares,
constituídas essencialmente por calcário.
Por último, as Bacias Sedimentares que rodeiam o rio Tejo e o rio Sado,
estendendo-se desde da Lezíria do Tejo, até quase ao Baixo Alentejo. Estes
solos são compostos por areias e argilas.

publicado por sara_leao às 14:42
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Decadência e Queda do Império Romano

 

O Império Romano do Ocidente (395-476 d. C.) resistia há mais de um século aos ataques dos seus inimigos exteriores, mas as suas fronteiras do Reno e do Danúbio permaneciam incólumes, apesar dos inúmeros sinais que profetizavam a próxima catástrofe. Nesta altura, era visível a miséria e degradação que reinavam nas províncias, esgotadas pelo mantimento dos exércitos e pela vida fausta dos imperadores. Entre os sintomas mais graves da ruína, contava-se: a diminuição da população e, consequentemente, dos contribuintes e dos possíveis soldados; o número cada vez maior de terras ermas, abandonadas pelos seus proprietários ou cultivadores para escapar às exigências do fisco; os constantes motins ou insurreições, tanto no campo como nas grandes cidades. Recentemente descobriu-se que, provavelmente, uma epidemia de malária pode ter enfraquecido a população romana na Itália e dizimado muitas vidas.
A penúria agravava-se com as guerras civis e a rapacidade dos tiranos; mas, sobretudo, pelas incursões dos bárbaros, que aproveitavam todas as ocasiões para entrar em domínios de Roma e saquear as províncias. Entre os povos "bárbaros", destacam-se os Francos e Alamanos na fronteira das Gálias, os Pictos e Escotos na Bretanha, os piratas saxões em ambas as costas; os Quados, Sármatas e, sobretudo, os Godos no Danúbio, que penetravam na Panónia e Mésia, chegando até à Macedónia e Trácia.
A política, inaugurada pelo próprio Augusto, de estabelecer colónias bárbaras dentro dos limites do Império e formar com elas grande parte dos exércitos romanos, teve como resultado a sua influência crescente, que se revela nos nomes de Arbogasto, Estilicão e Rufino. Destes bárbaros, estabelecidos no Império, partiram os primeiros ataques contra Roma. Os Visigodos, estabeleceram-se a sul do Danúbio com Teodósio. Dirigidos por Alarico e em nome do imperador do Oriente, ocuparam o Ilírico e a partir daí desolaram a Grécia, que pertencia ao Império Ocidental. Em 396, Alarico, perante o general de Honório, Estilicão, retirou-se novamente para a Ilíria e no ano 400 mudou-se com todo o seu povo para o Sul dos Alpes depois da terrível batalha de Pollentia, deixou a Itália até ao ano de 408, ano em que, sem qualquer oposição, marchou contra Roma, que só pode salvar-se mediante um forte resgate. Como as suas exigências, bastante moderadas, não foram atendidas por Honório, voltou a atacar Roma e obrigou Augusto a declarar guerra ao grego Átalo, tornando-se Alarico o seu comandante-em-chefe. Poucos meses depois, depôs o inapto Átalo e sitiou e saqueou Roma (410). O seu sucessor, Ataúlfo, guiou os Visigodos para as Gálias. Esta sucessão de eventos demonstra a anarquia reinante no Oeste, permitindo a Ataulfo lutar nas Gálias a favor de Honório e contra os Francos e, em Espanha, contra os Vândalos, Suevos e Alanos. Finalmente, Vália, sucessor de Ataulfo, estabeleceu-se na Gália ocidental com o consentimento de Honório, e fundou a monarquia visigótica. Nesta altura, também sob a égide imperial, a Espanha dividiu-se entre godos, suevos, vândalos e alanos. Estes últimos cruzaram o Reno e foram vencidos em Itália por Estilicão, tendo penetrado na Península Ibérica, até então livre de invasões, através das Gálias.
Honório morreu no ano 423. As províncias, à excepção da Bretanha, não tinham cortado formalmente os laços com o Império. A autoridade deste era simplesmente nominal e nas províncias estavam já em processo de formação os novos estados bárbaros. Ao longo do reinado de Valentiniano III, que sucedeu a Honório, destacam-se o estabelecimento dos Vândalos em África e a invasão dos Hunos de Átila. Os primeiros foram chamados pelo conde de África, Bonifácio, pelo ódio que nutria por Aício, conde de Itália, e em 440 tinham-se fixado definitivamente naquela região, se bem que reconhecessem a autoridade de Roma. Em 451, Átila invade as Gálias, acompanhado por tribos germânicas do Reno e do Danúbio, mas foi detido em Châlons pelos Visigodos e Romanos, unidos, a mando de Aécio, e teve que retirar-se para Panónia, a partir de onde, no ano seguinte, invadiu a Lombardia. Com o assassinato de Valentiniano III (455), o ramo ocidental da família de Teodósio extinguiu-se. Contra o assassino Petronio Máximo, a imperatriz Eudóxia chamou os Vândalos de África, que não só mataram Máximo como também assolaram Roma. Principalmente devido à prisão do rei visigodo Teodorico II, Avito foi nomeado para o trono (455-456), mas o poder foi exercido pelo suevo Recimero, o qual nomeou e destronou imperadores de acordo com os seus caprichos; primeiro Majoriano (457-461), seguidamente, após as suspeitas pelo seu empenho em restabelecer o prestígio do Império, Libio Severo (461-465); depois de um interregno de dois anos, seguiu-se Antémio (467-472), e, finalmente, em 472, por pouco tempo, Olíbrio. Com a morte de Recimero e de Olíbrio (472), seguiram-se Glicério (473), Júlio Nepos (474-475) e, por fim, Rómulo Augústulo.
Porém os povos germânios, que exigiam uma terça parte das terras italianas, insurgiram-se contra Orestes e puseram à sua frente Odoacro, rei dos Hérulos, que obrigou Rómulo Augústulo (476) a retirar-se e fez-se proclamar rei da Itália. Os povos vieram com ele e fixaram residência em Itália, sendo-lhes distribuído um terço das terras. Todo o ocidente do Império caiu na posse dos povos germânicos. Este acontecimento acabou por determinar as mudanças operadas no resto do Império. Em Espanha, Gália e África foram estabelecidos novos reinos bárbaros, mas em Itália continuou a reconhecer-se a supremacia do imperador de Constantinopla. O novo rei, por outro lado, foi investido da dignidade patrícia que antes dele tinham ostentado Aécio e Recimero.
As leis, a administração e a língua continuaram romanas, no entanto, a emancipação da Itália e de todo o Ocidente da influência imperial directa é considerada, com razão, como acontecimento que assinala a abertura de uma nova era. Este evento tornou possível o desenvolvimento da cultura germano-romana, facilitou o nascimento de diversos estados e nacionalidades, deu novo impulso à influência da Igreja cristã e levou à criação dos fundamentos do poder dos Pontífices.
 
 
 

publicado por sara_leao às 14:39
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Quarta-feira, 14 de Janeiro de 2009

Queda do Império Romano

 

A queda do Império Romano foi causada por uma série de problemas internos que fragilizaram o Império e o colocaram à disposição de invasões de outros povos. Apesar de ser uma obviedade, todo Império começa a decair após alcançar o seu apogeu, e com Roma não foi diferente.
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publicado por sara_leao às 19:13
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Feudalismo

 

O feudalismo foi um modo de organização social e político baseado nas relações servo-contratuais (servis). Tem suas origens na decadência do Império Romano. Predominou na Europa durante a Idade Média. Segundo o teórico escocês do iluminismo, Lord Kames, o feudalismo é geralmente precedido pelo nomadismo e em certas zonas do mundo pode ser sucedido pelo capitalismo. Os senhores feudais conseguiam as terras porque o rei dava-as para eles. Os camponeses cuidavam da agropecuária dos feudos e em troca recebiam o direito a um pedaço de terra para morar e também estavam protegidos dos bárbaros. Quando os servos iam para o manso senhorial, atravessando a ponte, tinham que pagar um plágio, excepto quando iam cuidar das terras do Senhor Feudal.
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Terça-feira, 16 de Dezembro de 2008

Geografia

Trabalho de Geografia A
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publicado por sara_leao às 21:34
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Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008

Trabalho de História

Arquitectura
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publicado por sara_leao às 14:17
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